quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Caras Companheiras
 
Cumpre-me, na condição de Cooordenadora do Processo de Revisão e Aprovação do Regimento Interno do PMDB MULHER, informar o que segue:
 
- Após a aprovação do Regimento pelas representantes dos Estados, em sessão realizada em Brasília em setembro de 2011, processei a consolidação do documento, que foi enviado para análise da Assessoria Jurídica da Presidência Nacional do PMDB.
 
- No mês de novembro, a Assessoria Jurídica encaminhou Parecer com diversas observações e recomendações.
 
- Por delegação da Presidenta Fátima Pelaes, reuni-me com um dos advogados, Dr. Gustavo Rocha, na presença do dr. Raimundo Dantas, assessor do Presidente Valdir Raupp, no final daquele mês. Foi feita a sugestão de que eu providenciasse na adequação da redação geral e observasse itens conflitantes com a Resolução dos Núcleos e com o Estatuto do PMDB.
 
- Em dezembro, a Presidenta Fátima, a Vice-Presidenta Marinha Raupp e eu mantvemos rápido contato com o Presidente Raupp dando conta da situação e solicitando uma Reunião da Executiva Nacional em 2012 para tratar diversas questões relativas ao PMDB MULHER.
 
- Na segunda quinzena de janeiro, tratei da adequação do Regimento, sempre atenta ao espírito da revisão apontada pelas companheiras, e enviei a proposta à Assessoria Jurídica.
 
- Em contato hoje com o advogado Dr. Renato Ramos, ele me prometeu agilizar novo Parecer para os próximos dias, quando vamos nos reunir para nova discussão.
 
Assim que esta etapa estiver concluída, encaminharei novo informe a todas.
 
Atenciosamente,
Regina Heurich Perondi
1ª Vice-Presidenta Nacional

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Celina Guimarães Viana



Celina Guimarães Viana foi uma professora brasileira, primeira eleitora do Brasil e da América Latina, a votar em 5 de abril de 1928 na cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. Aliás, é importante ressaltar que esse estado foi o primeiro que implantou o voto feminino em 1927 e só mais tarde é que o resto das mulheres brasileiras tiveram seu direito garantido.



Fonte: Portal do Professor

TEMOS MUITOS MOTIVOS PARA COMEMORAR

24 DE FEVEREIRO 
COMPLETA 80 ANOS DA CONQUISTA 
DO VOTO FEMININO !

Há exatamente  80 anos, no dia 24 de fevereiro de 1932, a mulher brasileira obteve o direito de votar nas eleições nacionais. Este fato se constituiu num dos passos mais importantes do segmento feminino no processo que evoluiu para a conquista da própria Presidência da República, hoje comandada pela presidente Dilma Rousseff, segundo ressaltou a deputada federal Nilda Gondim (PMDB-PB).


"Neste dia 24 de fevereiro de 2012 comemoramos os 80 anos de uma data muito especial marcada pela publicação do Código Eleitoral Provisório que deu à mulher brasileira o direito de votar nas eleições nacionais para escolha dos dirigentes públicos do País. Até então, os homens eram detentores de todos os espaços e poderes políticos brasileiros", comentou a deputada, salientando que "naquele primeiro momento, a conquista, apesar de muito importante, era parcial, uma vez que o Código Eleitoral Provisório permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar".


"As restrições ao pleno exercício do voto feminino - continuou Nilda Gondim -, só foram eliminadas doze anos depois, com o Código Eleitoral de 1934. Mesmo assim, a iniciativa de exercer o direito de votar era facultativa às mulheres, sendo obrigatório apenas o voto masculino. E somente em 1946 o voto feminino, sem restrições, passou a ser obrigatório no Brasil".


Para a deputada, que é presidente do PMDB Mulher da Paraíba e do Diretório Municipal do PMDB de Campina Grande, foi a partir da igualdade de poder de voto entre homens e mulheres que o Brasil começou a acelerar seus passos rumo à realidade de grandes conquistas do segmento feminino de sua sociedade, hoje responsável pelo exercício de cargos públicos importantíssimos, dentre eles a Presidência da República.


Em nível regionalizado, segundo ela, o direito ao voto feminino começou mais cedo, em 1927, pelo Estado do Rio Grande do Norte, o primeiro do país a permitir que as mulheres votassem nas eleições. Naquele mesmo ano, a professora Celina Guimarães (de Mossoró/RN) se tornou a primeira brasileira a fazer o alistamento eleitoral. A conquista regional desse direito beneficiou a luta feminina pela expansão do "voto de saias" para todo o País.


*A mulher no poder -* Conforme lembrou Nilda Gondim, a primeira mulher escolhida para ocupar um cargo eletivo no Brasil foi Alzira Soriano, do Rio Grande do Norte. "Quatro anos antes do Código Eleitoral Provisório de 24 de fevereiro de 1932, que conferiu às mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria o direito de votar nas eleições nacionais, Alzira Soriano foi eleita prefeita do município de Lajes, em 1928, pelo Partido Republicano. Ela, entretanto, não terminou o seu mandato porque a Comissão de Poderes do Senado anulou os votos de todas as mulheres", observou a deputada federal peemedebista.


Em nível de Poder Legislativo nacional, ela lembrou que a primeira mulher a votar e ser votada para a Câmara Federal (até então somente dos deputados) foi a médica paulista Carlota Pereira de Queiroz. Eleita em 03 de maio de 1933, ela teve participação ativa nos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte entre os anos de 1934 e 1935.


No Senado da República, a primeira mulher a ocupar um lugar entre os legisladores masculinos foi Eunice Michiles (PDS-AM). Eleita primeira suplente em 1979, ela assumiu o posto com a morte do titular, senador João Bosco de Lima. "Depois de Eunice Michiles, que saiu das eleições de 1979 como suplente, as primeiras mulheres eleitas senadoras (já côo titulares) foram Júnia Marise (PRN-MG) e Marluce Pinto (PTB-RR). A conquista aconteceu nas eleições 1990", acrescentou.


*A mulher no Poder Executivo -* No âmbito do Poder Executivo, Nilda Gondim lembrou que em 1994 a atual governadora maranhense Roseana Sarney (PMDB) entrou para a história do País como a primeira mulher eleita para governar um Estado no Brasil: o próprio Maranhão. Ela foi eleita pelo então Partido da Frente Liberal (PFL).


Dois anos depois, em 1996, o Congresso Nacional instituiu o sistema de cotas na Legislação Eleitoral, obrigando os partidos políticos a inscreverem, no mínimo, 20% de mulheres nas chapas proporcionais. No ano seguinte (1997), o sistema foi revisado e a cota mínima para as candidaturas femininas passou a ser de 30%.


Para a deputada Nilda Gondim, a cota mínima estabelecida na Legislação Eleitoral contribuiu para a presença mais efetiva da mulher nas linhas de frente dos embates políticos, favorecendo, assim, a presença de mais mulheres nos Governos municipais, estaduais e federal. "Hoje, passados 80 anos da conquista do direito de votar nas eleições nacionais, a mulher brasileira tem em suas mãos a própria Presidência da República, muito bem comandada por Dilma Rousseff, que iniciou sua militância política ainda aos 16 anos de idade até chegar aos cargos de secretária, ministra e presidente da República", comentou.


*Ministérios -* "E por falar em ministra, a primeira mulher a ocupar o cargo no Brasil foi Maria Esther Figueiredo Ferraz. Em 1982 ela assumiu o Ministério da Educação", observou Nilda Gondim, acrescentando que "hoje, as mulheres não só estão à frente de vários Ministérios, como há uma Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, comandada pela ministra Iriny Lopes".


Além de Iriny Lopes, segundo ressaltou a deputada peemedebista, a mulher brasileira também está presente nos seguintes Ministérios: Casa Civil (Gleisi Hoffmann - senadora pelo PT do Paraná), Planejamento, Orçamento e Gestão (Miriam Belchior), Desenvolvimento Social (Tereza Campelo), Meio Ambiente (Izabella Teixeira), e Cultura (Ana de Hollanda). E ainda: Secretaria de Direitos Humanos (Maria do Rosário - deputada federal pelo PT do Rio Grande do Sul), Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Luiza Helena de Bairros), Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (Iriny Lopes - deputada federal pelo PT do Espírito Santo), e Secretaria de Relações Institucionais (Ideli Salvatti - senadora pelo PT de Santa Catarina), Comunicação Social (Helena Chagas). 

“Se não é minha, não é de ninguém”



Publicado em: 24/02/2012 às 11:56




LUIZ FLÁVIO GOMES


LUIZ FLÁVIO GOMES
Eloá, Daniela Peres, Mércia Nakashima, Eliza Samúdio, Sandra Gomide, Eliana de Gramont, Cláudia Lessin Rodrigues e outras quatro mulheres são assassinadas diariamente no Brasil. Dos 51.434 homicídios contabilizados em 2009 (Datasus), 8,3% ou 4.260 mortes atingiram mulheres. A cada dia 11 mulheres são eliminadas. Cerca de setenta por cento (70%) por seu marido ou ex-marido, noivo ou ex-noivo, namorado ou ex-namorado (é aqui que reside a violência machista ou violência de gênero, que é universal).

Nossa “fábrica” de violência (Holding Brasil de Violência) continua ostentando uma “produtividade mortífera” impressionante, inclusive mundialmente (20ª no ranking mundial). Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres foram mortas: 10 por dia, perto de 4 assassinatos para cada 100 mil habitantes, conforme o estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Sangari (O Estado de S. Paulo de 04.07.10, p. C6). A cada duas horas e meia uma mulher é morta no país!

Mais da metade dos municípios brasileiros (quase 52%) não registrou nenhum assassinato de mulher nos últimos cinco anos. São “seções” (da nossa “fábrica”) temporariamente fora de ação. Mas em qualquer momento o cenário muda. A questão é só de tempo e de oportunidade. Por quê? Porque “Quanto mais machista a cultura local, maior tende a ser a violência contra a mulher” (Paula Prates, psicóloga).

Esse quadro de “produtividade mortífera” na área da violência machista poderia ser pior, tendo em vista que a cada vinte segundos uma mulher é agredida no nosso país. Um terço delas já foram fisicamente agredidas. Numa pesquisa de 2006 (Instituto PatríciaGalvão) perguntou-se se o homem podia agredir “sua” mulher? 16% responderam afirmativamente, ou seja, 16% crê no “direito” de correção do marido. A mulher deve suportar esse violência? 11% disseram sim. Ruim com ele, pior sem ele (20%).

Os números mostram o quanto essa “seção” da nossa holding de violência doméstica ainda pode progredir. Amartya Sen, que é catedrático de filosofia e economia na Universidade de Harvard e prêmio nobel de economia em 1998, no seu livro La idea de la justicia (tradução de Hernando Valencia Villa, Madrid: Taurus, 2010), afirma que se não podemos conseguir uma justiça perfeita, ao menos deveríamos lutar contra algumas das injustiças mais gritantes, destacando-se a violência de gênero.

A gravidade dessa questão estimulou a criação da ONU-MULHERES (Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres). Por quê? Porque na Arábia Saudita metade da população (a feminina) vive sob livramento condicional: as mulheres não podem conduzir veículos nem viajar ou sair de casa sozinhas, desacompanhadas de um varão da família; 599 mulheres foram assassinadas na Espanha, desde 01.01.2003. No Brasil, na década de 2000 a 2009, cerca de 30 mil mulheres foram vítimas de homicídio em razão do gênero. A praga da violência está presente no mundo todo.

Tudo se passa como se fosse um direito “nato” dos homens massacrar as mulheres (como Lindemberg fez com Eloá), que continuam muitas vezes em posição de desigualdade e de submissão. Não podemos nunca deixar de denunciar diariamente a barbaridade da violência, que está impregnada na cultura de todos os povos (em maior ou menor medida). Essa é uma área em que a “civilização dos costumes” (Norbert Elias) ainda não chegou (ou ainda não chegou na dosagem certa).

*LFG – Jurista e cientista criminal. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Cultura Luiz Flávio Gomes. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Melhor atriz em Berlim é negra e foi menina de rua

Reprodução
   Rachel Mwanza é a primeira atriz negra africana 
a ganhar o Urso de Berlim como melhor interpretação.







O júri do Festival de Cinema de Berlim premiou como melhor atriz uma menina rejeitada pela mãe, mais tarde pela avó, que viveu na rua antes de ser recuperada por uma organização humanitária, quando foi alfaberizada.

A atriz negra Rachel Mwanza é originária do Congo, RDC, e faz o papel de uma menina soldado, sequestrada por rebeldes e obrigada a lutar com eles depois de um aprendizado no manejo de metralhadora. Seus dois primeiros assassinatos, no filme, foram seus próprios pais.

Em pouco tempo, ela é considerada feiticeira e assim sobrevive no grupo até fugir com outro soldado, também sequestrado, que é morto ao ser reencontrado pelos rebeldes. Há um toque esperança, pois a « feiticeira » tem um filho, uma família de acolha e a vida poderá recomeçar em outras bases.

Rachel, conta o realizador Kim Nguyen, do filme Rebelde, teve uma vida tão dificil quase como a contada no filme. Ela cresceu na rua e hoje ela frequenta a escola e diversas pessoas a ajudam. O paralelo entre a história contada no filme e a vida de Rachel é também interessante. Com o dinheiro do filme procuramos também ajudar Rachel mas não fácil visto seu contexto familiar e ainda hoje ela precisa reunir o máximo de força e tenacidade para adquir independência.

É a própria Rachel quem conta – « quando ainda pequena, minha mãe mudou-se para outra cidade, meu pai foi para outro lugar e eu me vi sozinha. Foi minha avó quem me cuidou e éramos seis, duas meninas e quatro meninos. Mas minha avó ficou depois desempregada e para sobreviver ela vendia pequenas coisas na rua e fazia assim um pequeno comércio para poder viver.

Foi uma época muito difícil para nós, até que chegou o momento em que não podia mais nos sustentar e um dia ela disse a um de meus irmãos que devíamos partir de casa. Os grandes precisam partir e eu guardo só os pequenos, disse minha avó. Vivíamos num lugar precário, minha avó não suportava mais a situação e eu parti.

Tive, então de arranjar o que comer na rua e sobreviver sozinha. Comecei a vender nozes, avelão e frutas secas e com isso tinha um pouquinho dinheiro. Meus pais também faziam pequenos empregos mas vivíamos na rua. Enfim, consegui um alojamento, mas as condições eram também difíceis e hostis.

Em seguida, fui viver na casa de uma amiga, ela tinha mais idade que eu e eu a ajudava nas coisas de casa. Um de meus irmãos se chama Che Guevara. Ele conhecia um branco chamado Macaré, que fazia castings para filmes e foi assim que fui selecionada para um documentário.
Depois de participar de um documentário, ganhei 600 dólares e dei para minha avó para poder ir à escola, mas o dinheiro previsto para as despesas com a escola não foi assim utilizado e minha avó guardou para ela. Então decidi retornar ao centro de acolha onde estivera e foi assim que reapareceu o europeu Macaré, que me falou haver cenas a refazer no documentário.



Um dia ao retornar à minha família, meus irmãos me disseram, soubemos que você trabalhou num filme e seria bom que voce prossiga nesse caminho. Foi uma espécie de milagre, se assim posso dizer, ter trabalhado no primeiro filme e hje sei ler, o trabalho neste filme Rebelde foi uma grande para mim e quero agradecer a todos aqueles que me ajudaram a participar desse projeto, sao eles hoje minha família ».

Rui Maartins, de Berlim, convidado pelo Festival de Cinema de Berlim
para o CORREIO DO BRASIL

Cada mulher,uma mulher!


“Empresa boa e mulher bonita não quebram. Trocam de proprietário"
                                                                      Val Marchiori


                                                             
                                                                      " HELLOOOO... "
                                                                 SEM COMENTÁRIOS

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Carnaval


Suco contra ressaca

Para quem quer curtir todos os dias de festa neste Carnaval



Suco contra ressaca - Foto Getty Images

Ingredientes

1 unidade média descascada de maçã
½ unidade descascada de cenoura
1 talo pequeno de aipo (ou salsão)
Suco de 1 unidade de laranja

Modo de preparo

Pique a maçã, a cenoura e o aipo e bata no liquidificador junto com o suco de laranja ou a água de coco. È recomendado que se tome até 3 copos por dia.






MSN SAÚDE


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Manual


Manual de instruções para a vida...
                                                                                                    Miguel Vago

Entrevista do Deputado Eliseu Padilha




ENCAMINHANDO ....

Nesta sexta-feira (17), às 8h, o Presidente da Fundação, Dep. Fed. Eliseu Padilha é o entrevistado do Programa Palavra Aberta da TV Câmara. O tema: Os Parâmetros da Educação.


Defensor da melhoria da educação no Brasil, Padilha abordará sobre os principais entraves que impedem o desenvolvimento do setor educacional e suas consequências. “Somente, por meio da educação é que nos tornaremos uma grande potencial mundial”, afirmou.


O programa que vai ao ar nesta sexta-feira também será reprisado no mesmo dia às 13h15 e 19h45.


Para saber como sintonizar a TV Câmara na sua cidade, consulte (http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=SINTONIZANDO&selecao=SINTONIZANDO ).


Você também pode assistir a TV Câmara ao vivo pela Internet (http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=ASSISTA-A-TV-CAMARA-PELA-INTERNET&selecao=VIVO ).

Elisiane da Silva
Gerente Prog. Formação Política

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Chiqueeeeeeeee

Elisa Lucinda
 Caricatura –
 Campeã do Carnaval Capixaba junto com a Escola Boa Vista,
com o tema “Ser capixaba é muito chique!

Amarildo Lima

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sugestão para o carnaval

Sugestão para
o carnaval.
Luciene Almeida

Encontro Estadual do PMDB Mulher/MS



Campo Grande/MS, 15 de Fevereiro de 2012.



Ilma. Peemedebistas.
Servimo-nos da presente para convidar V. Ex.ª para participar do Encontro Estadual do PMDB Mulher/MS, a ser realizado no próximo dia 03 de Março (sábado), no período das 08h00 às 12h00, na Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, sito à Avenida Desembargador José Nunes da Cunha - Parque dos Poderes - Bloco 09, Campo Grande-MS.
O Encontro terá como tema a apresentação do Plano Nacional Estratégico do PMDB Mulher e a Participação das Mulheres nos Espaços de Poder.
Será para nós uma grande honra contarmos com Vossa participação neste evento que traduzirá os anseios e compromissos das mulheres peemedebistas sul-mato-grossenses, em especial neste importante ano eleitoral onde se confirmará a liderança e importância inequívoca de nosso Partido no cenário da política estadual e nacional.
Solicitamos a gentileza de confirmar presença, caso possível, pelo e-mail mulher@pmdms.org.br  e telefone (67) 3041 9932.
Manifestando nossos protestos de distinta consideração e apreço,
Atenciosamente,

Carla Charbel Stephanini
Presidente Estadual do PMDB Mulher/MS
3ª Vice-Presidente do PMDB Mulher Nacional
Diretório Municipal PMDB Campo Grande
Av. Mato Grosso, 4997.
67 3321 1727

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Maria da Penha: uma lei constitucional e incondicional


Direito e Justiça - O Estado do Paraná



Maria Berenice Dias
 O STF[1] ao reconhecer a constitucionalidade da Lei Maria disse o óbvio.
Os ministros ratificaram exatamente o que ela diz: que a ação penal independe de representação da vítima e não cabe ser julgada pelos Juizados Especiais.
Somente quem tem enorme resistência de enxergar a realidade da vida pode alegar que afronta o princípio da igualdade tratar desigualmente os desiguais. Cada vez mais se reconhece a indispensabilidade da criação de leis que atendam a segmentos alvos da vulnerabilidade social. A construção de microssistemas é a moderna forma de assegurar direitos a quem merece proteção diferenciada. Não é outra a razão de existir, por exemplo, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto do Idoso e da Igualdade Racial. E nunca ninguém disse que estas leis seriam inconstitucionais.
Além de afirmar sua constitucionalidade, o STF a interpretou a Lei Maria da Penha conforme a Constituição, que diz em seu artigo 226, parágrafo 8º: "O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações".
Atentando a esta diretriz constitucional foi reafirmada a dispensa da representação da vítima quando o crime desencadeia ação penal pública incondicionada. Reconhecer a legitimidade do Ministério Público para promover a ação, ainda que a vítima desista da representação, elimina a nociva prática que vinha se instalado: intimar a vítima para ratificar a representação, procedimento de nítido caráter coercitivo e intimidatório.
A necessidade de representação foi reconhecida como um obstáculo à efetivação do princípio de respeito à dignidade da pessoa humana, pois a proteção da vítima seria incompleta e deficiente, uma violência simbólica a cláusula pétrea da República Federativa do Brasil.
Outro dispositivo da Lei Maria da Penha que foi ratificado pela Suprema Corte é o que afasta a aplicação da Lei dos Juizados Especiais (Lei 9.099/95) de todo e qualquer crime cometidos com violência doméstica e familiar contra a mulher, independentemente da pena prevista.
O único voto discordante traduz a preocupação de alguns, de que a impossibilidade de estancar a ação penal inibiria a vítima de denunciar a violência, pois muitas vezes o registro era feito com intenção correcional. No entanto, não serve a lei a tal desiderato. Diante de um ato que configura violência física, sexual, moral, psicológica ou patrimonial cabe a busca de medida protetiva. No entanto, quando algumas dessas práticas tipificam delito que enseje o desencadeamento de ação penal pública incondicionada, não há como deixar ao exclusivo encargo da vítima a responsabilidade pela instalação da ação penal. É um ônus que não cabe ser imposto, a quem conseguiu romper a barreira do silêncio, venceu o medo e buscou a proteção estatal.
Como os delitos domésticos não podem ser considerados de pequeno potencial ofensivo, impositivo que a tutela assegurada pela Lei se torne efetiva, cabendo ao agente ministerial assumir a ação penal.
Como a decisão foi proferida em sede de Ação Direta de Inconstitucionalidade, tem caráter vinculante e eficácia contra todos, ninguém - nem a Justiça e nem qualquer órgão da administração pública federal, estadual ou municipal podem deixar de respeitá-la, sob pena de sujeitar-se a procedimento de reclamação, perante o STF que poderá anular o ato administrativo ou cassar a decisão judicial que afronte o decidido.
Mais uma vez a Corte Maior da Justiça deste país comprovou sua magnitude e enorme sensibilidade, ao impor verdadeira correção de rumos à Lei que logrou revelar uma realidade que todos insistiam em não ver: que a violência contra mulheres é o crime mais recorrente e o Estado não pode ser cúmplice da impunidade.
[1] Ação Direta de Constitucionalidade - ADI 19-3/610, proposta pelo Presidente da República, por meio do Advogado Geral da União, quanto aos artigos 1º, 33 e 41 e Ação Direta Constitucionalidade de Inconstitucionalidade - ADI 4424, intentada pela Procuradoria-Geral da República quanto aos artigos 12, inciso I; 16; e 41, todos da Lei 11.340/2006.

Elisa Lucinda e Boa Vista:Capixaba é chique !


A belíssima homenagem à poetisa Elisa Lucinda, nascida em Itaquari, Cariacica e um belíssimo show na avenida com: coreografia bem elaborada, carros grandiosos, além da ala que merece ser mencionada a "Só de Sacanagem", uma crítica ao sistema político brasileiro, ajudaram a Boa Vista a conquistar o grande público e garantir o título de campeã do Carnaval de Vitória.


Acho que o caminho é sempre esse, homenagens aos capixabas que fizeram e que fazem a história do ES, show de criatividade e organização na avenida.


'Ser capixaba também é chique.' ♪♫ 
Parabéns Boa Vista, campeã do Carnaval de Vitória 2012...


 isso é chique!


Angelo Dias
Elisa capixaba Lucinda

Heroína


Sendler chegou a estar nomeada para o Prémio Nobel da Paz



Uma das grandes heroínas polonesas da Segunda Guerra Mundial, Irena Sendler, que salvou a 2.500 crianças judias do gueto de Varsóvia, morreu nesta segunda-feira aos 98 anos.
"Morreu hoje", declarou à agência France Presse sua filha, Janina Zgrzembska, sem dar mais detalhes sobre o falecimento da mulher que gostava de recordar que a "educaram a partir da crença de que se deve salvar as pessoas não importa a religião ou nacionalidade".
Nascida em 1910, Irena Sendler foi uma desconhecida durante muitos anos para os poloneses.
O mesmo acontecera com Oskar Schindler, que morreu na pobreza na Alemanha antes da façanha de ter salvo os funcionários judeus de sua fábrica ser levada ao cinema por Steven Spielberg.
Apenas em março de 2007 a Polônia lhe prestou uma homenagem solene e seu nome foi proposto ao prêmio Nobel da Paz.
No entanto, o memorial israelense do Holocausto, o Yad Vashem, lhe entregou em 1965 o título de Justo entre Nações, destinado aos não-judeus que salvaram judeus.



Varsóvia
Assistente social, Irena Sendler trabalhava antes da guerra com famílias judias pobres de Varsóvia, a primeira metrópole judia da Europa, onde viviam 400 mil dos 3,5 milhões de judeus de toda a Polônia.
A partir do outono de 1940, passou a correr muitos riscos ao fornecer alimentos, roupas e medicamentos aos moradores do gueto instalado pelos nazistas.
No fim do verão de 1942, Irena Sendler se uniu ao movimento de resistência Zegota, (Conselho de Ajuda aos Judeus).
A polonesa conseguiu retirar de maneira clandestina milhares de crianças do gueto e as alojava entre famílias católicas e conventos.
"Fomos testemunhas de cenas infernais quando o pai estava de acordo, mas a mãe não", comentou a um site na internet dedicado a ela (www.dzieciholocaustu.pl).
As crianças eram escondidas em maletas e retiradas por bombeiros ou em caminhões de lixo. Em alguns casos chegavam a ser escondidas dentro dos abrigos de pessoas que tinham autorização para entrar no gueto.

Prisão
Sendler foi presa em sua casa em 20 de outubro de 1943.
Durante o período em que ficou detida no quartel-general de Gestapo, foi torturada pelos nazistas que quebraram seus pés e pernas. Ainda assim, ela não deu informações. Logo depois, foi condenada à morte, mas milagrosamente foi salva quando a conduziam à execução por um oficial alemão que a resistência polonesa conseguiu corromper.
Sendler continuou sua luta clandestina sob uma nova identidade até o final da guerra, trabalhando como supervisora de orfanatos e asilos em seu país.
Nunca se considerou uma heroína. "Continuo com a consciência pesada por ter feito tão pouco", declarou.
Devido ao seu estado de saúde delicado, Irena Sendler não participou da cerimônia que lhe homenageou em 2007, mas enviou uma sobrevivente, salva por ela em um gueto quando bebê, em 1942, para ler uma carta em se nome.
"Convoco todas as pessoas generosas ao amor, à tolerância e à paz, não somente em tempos de guerra, mas também em tempos de paz", escreveu.

Folha.com

“Na vida pública, não basta saber fazer. Igualmente importante é fazer saber”.Walter Lippman

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